segunda-feira, 19 de abril de 2010

RESUMO DE ED. INFANTIL 2

Educação Infantil 2
Resumo Aula 1: Currículo e Educação Infantil
Propostas pedagógicas ou curriculares – Subsídios para uma leitura crítica.
da nova LDB, que deveria
definir bases e diretrizes para a educação brasileira, e da polêmica
em torno dos chamados Parâmetros Curriculares. Nesse contexto,
questões de caráter político, como não poderia deixar de ser
dada a natureza política do campo educacional, estão subjacentes
tanto à proposta do governo quanto às críticas a ela direcionadas. De
minha parte, considerei grave em todo este processo a metodologia
adotada para a elaboração dos parâmetros curriculares nacionais. Buscando
pareceres de especialistas isolados, sem fomentar a discussão ampla
e organizada de setores e categorias profissionais de diferentes níveis
(professores, pesquisadores, cientistas) e de todos os interessados
nessa questão, sem provocar a participação da população que, na
história deste país, tem sido alijada deste processo, sem ter uma dimensão
formadora, produtora de inquietações, de levantamento de
perguntas e de busca de respostas, pareceu-me, desde o início, que
estávamos retomando rotas já percorridas. Sobretudo, incomodava me
o fato de que já sabíamos que a prática pedagógica não é transformada
a partir de propostas bem escritas; necessariamente, a transformação
exige condições concretas de trabalho e salário e modos objetivos
que operacionalizem a ampla participação na produção da
proposta, de compreensão e de estudo, muitas vezes necessário, de
confronto de idéias e de tempo para a tomada de decisões organizadas.
Sonia Kramer*
Devo esclarecer, ainda, que não estabeleço diferença conceitual entre
proposta pedagógica e currículo. Compreendo, assim, currículo ou alternativa
curricular de forma ampla, dinâmica e flexível, que é freqüentemente
a maneira com que se tem concebido uma proposta pedagógica. Identifico
ambos os termos, portanto, relacionando-os à vida na escola, na creche, na
pré-escola. Um currículo ou uma proposta pedagógica, assim definidos, reúnem
tanto bases teóricas quanto diretrizes práticas neles fundamentadas,
bem como aspectos de natureza técnica que viabilizam sua concretização.
Sonia Kramer*
Porque toda vez que uma nova proposta educativa está sendo elaborada
e que estão sendo planejadas as formas de colocá-la em prática,
parece que ela se configura como uma promessa e como a ilusão de trazer
uma alternativa mágica, supostamente sempre melhor que a anterior,
com um modo de fazer mais eficiente, melhores resultados, soluções etc.
Por que as propostas pedagógicas envelhecem tão rápido, pode-se
aqui indagar. Talvez por não terem sido geradas por perguntas vivas de
uma comunidade atuante e reconhecida como tal, por reificarem respostas
de um lugar que não é o seu.
E se é função de uma política pública indicar
diretrizes, ela precisa garantir as condições de implementá-la, assumindo
que não há uma única saída, pretensamente melhor, mas múltiplas
alternativas possíveis;
Uma nova proposta para a educação; um novo currículo é um
convite, um desafio, uma aposta. Uma aposta porque, sendo parte de
uma dada política pública, contém um projeto político de sociedade
e um conceito de cidadania, de educação e de cultura. Portanto, não
pode trazer respostas prontas apenas para serem implementadas, se
tem em mira contribuir para a construção de uma sociedade democrática,
onde a justiça social seja de fato um bem distribuído igualitariamente
a toda coletividade.
Uma proposta pedagógica expressa sempre
os valores que a constituem, e precisa estar intimamente ligada
à realidade a que se dirige, explicitando seus objetivos de pensar criticamente
esta realidade, enfrentando seus mais agudos problemas.
Uma proposta pedagógica precisa ser construída com a participação
efetiva de todos os sujeitos – crianças e adultos, alunos, professores
e profissionais não-docentes, famílias e população em geral –, levando
em conta suas necessidades, especificidades, realidade. Isto aponta,
ainda, para a impossibilidade de uma proposta única, posto que a
realidade é múltipla, contraditória.
é preciso que os professores tenham acesso ao conhecimento
produzido na área da educação e da cultura em geral, para repensarem
sua prática, se reconstruírem como cidadãos e atuarem como sujeitos
da produção de conhecimento. E para que possam efetivamente,
participar de sua concepção, construção, consolidação.
Trata-se pois de conhecer como está sendo construída a proposta em questão e
como (se e como) sua experiência acumulada é registrada, que mecanismos
de avaliação estão sendo planejados etc. Talvez estes aspectos
não possam ser obtidos diretamente da leitura dos textos, porque não tem
sido usual incluir tais procedimentos, de forma sistemática, nas propostas.
Mas as secretarias poderiam ser incentivadas a fazê-lo.
Para tanto, uma proposta precisa (1º) ver a situação da maneira
como ela se apresenta; (2º) fazer um balanço do que existe, do que
falta e dos problemas a serem solucionados; (3º) com base na realidade
encontrada, no balanço crítico de seus problemas e nos objetivos traçados,
elaborar a proposta e as formas de colocá-la em ação; (4º) ser
capaz de reformular-se no caminho, adaptar-se, romper ou manter práticas
e processos, autoavaliar-se.
Aqui, é importante reafirmar, ainda uma vez mais,
a necessidade de fomentar a pesquisa na área da educação e de levar
em conta os resultados da pesquisa científica nas decisões de caráter
educacional. Sem isso, torna-se difícil compreender a realidade, fazer
diagnósticos e, conseqüentemente, delinear propostas pedagógicas que
possam cumprir seu papel, contribuindo para a democratização da educação
dirigida às diversas populações de crianças, jovens e adultos.
Resumo Aula 2: A organização dos referenciais e os objetivos nacionais para a EI.
Proposições para uma EI cidadã.
Constituição Federal:
Sendo dever do Estado, a educação infantil passa, pela primeira vez no Brasil, a ser um direito da criança e uma opção da família. No seu artigo 227, a Constituição Federal coloca a criança e o adolescente como prioridade nacional.
ECA: O ECA ao regulamentar o artigo 227 da Constituição Federal insere as crianças no mundo dos direitos, mais especificamente no mundo dos Direitos Humanos.
Política Nacional de Educação Infantil: o Ministério da Educação e Desporto (MEC) assume em 1994 o seu papel insubstituível e inadiável de propor a formulação de uma Política Nacional de Educação Infantil. Nas Diretrizes Pedagógicas, o referido documento se refere a duas funções complementares e indissociáveis: cuidar e educar. A criança é concebida como um ser humano completo. Quanto às Diretrizes para uma política de recursos humanos, o documento busca argumentos e propostas para que o adulto, que atua junto à educação infantil, seja reconhecido como um profissional. a Política Nacional de Educação Infantil apresentada estabelece como seus objetivos:
1- expandir a oferta de vagas para a criança de zero a seis anos;
2- fortalecer, nas instâncias competentes, a concepção de educação infantil definida neste documento;
3- promover a melhoria da qualidade do atendimento em creches e pré-escolas.
LDB:embora só apresente três artigos que tratam da educação infantil reafirma que a educação para as crianças com menos de seis anos é a primeira etapa da Educação Básica. Deixando a marca definitiva de que a primeira etapa da educação básica é a educação infantil, independentemente do nome da instituição que cuida/educa as crianças menores de 6 anos. Outro avanço que a lei traz, refere-se à avaliação na educação infantil.
Art.31. Na educação infantil a avaliação far-se-á mediante acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental Este artigo da lei impede que educadores reprovem as crianças na pré-escola, permitido-as ingressarem no ensino fundamental, obrigatório.
Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Infantil:o MEC publica o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI). traçar parâmetros curriculares nacionais para os diferentes níveis de ensino no Brasil. conjunto de sugestões para os professores de creches e pré-escolas.
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil:O referido documento do CNE deixa claro que as Diretrizes Nacionais para a Educação Infantil, além de nortear as propostas curriculares e os projetos pedagógicos, estabelecerão paradigmas para a própria concepção destes programas de cuidado e educação, com qualidade. As referidas diretrizes constituem-se na doutrina sobre Princípios, Fundamentos e Procedimentos da Educação Básica, definidos pela Câmara de Educação Básica do conselho Nacional de Educação, que orientará as instituições de educação infantil dos Sistemas Brasileiros de Ensino, na organização, articulação, desenvolvimento e avaliação de suas propostas pedagógicas.
Situação da infância brasileira:A construção de uma visão de criança objeto e não sujeito de direitos – cidadã, foi sendo tecida ao longo da história da sociedade brasileira. A pobreza talvez seja o maior problema que a sociedade brasileira tenha que enfrentar e superar para garantir os direitos de suas crianças.
Paradoxos da infância:na Convenção dos Direitos da Criança, aprovada pelas Nações Unidas. No entanto, embora praticamente todos os países do mundo sejam signatários desta convenção, ela não foi suficiente para garantir uma significativa melhoria nas condições de vida das crianças.
Proposições:
professores - profissionais de creches e pré-escolas, ajam na direção de educar as crianças com respeito aos seus direitos. Neste sentido, sugere-se que os professores mais do que partam para ensinar as crianças sendo eles o centro do processo educativo,
Sobretudo é importante que os professores aprendam a escutar o que as crianças têm a dizer e a fazer.
Isto exige um professor que, antes de ser um “sabichão”, seja um adulto que respeita o saber infantil e está disposto a aprender com as crianças.
Essa atitude exige dos professores um planejamento que considere não só suas idéias a respeito do que as crianças terão que fazer nas instituições de educação infantil, mas que planejem atividades que serão escolhidas por elas.
para favorecer o desenvolvimento das crianças é imprescindível que a educação infantil favoreça o relacionamento entre crianças de idades variadas, sem a interferência dos adultos.
O brincar é o caminho da aprendizagem na infância.
É preciso que professores (adultos) e crianças aprendam juntos a perceberem e a respeitarem os sentimentos dos outros.
O professor deve estar atento para favorecer o contato das crianças com a natureza e outros espaços da comunidade.
os professores pensem e repensem constantemente o espaço e o tempo usados pelas crianças nas instituições de educação infantil.
os professores devem valorizar a produção das crianças.
Entendê-las com características próprias, diferentes entre si.
As propostas de educação infantil devem ser concebidas de maneira que dêem às crianças acesso à cultura, nas suas diferentes manifestações, e que compreendam que as crianças também são produtoras de cultura.
Resumo Aula 3: Infância e cultura.
hoje a criança vem sendo entendida como um sujeito de direitos: um indivíduo
com conhecimentos e necessidades próprias, que pensa criativamente, que tem desejos,
que sofre, que sonha.
Os valores sociais são, em última instância, fruto
de todas as experiências que a criança vai tendo, aprendizados e significados culturais
que a circulam ao longo de sua vida.
Cultura: “Um complexo que inclui conhecimentos, crenças, arte, moral, leis, costumes
ou qualquer outra capacidade ou hábitos adquiridos pelo homem como
membro de uma sociedade”.isso porque uma compreensão exata do conceito de cultura significa a
compreensão da própria natureza humana nas relações com a sociedade.
cultura aquilo que está ao redor do homem, tudo o que ele vê,
ouve, compreende ao longo de sua vida, tudo o que ele aprende a conhecer por
intermédio da sua relação com outros homens e, em grande parte, aquilo que o
constitui. Tudo o que diz respeito aos seres humanos e suas interações, ou seja, a vida
em sociedade.
A cultura de cada grupo social – É preciso levar em consideração o que é
produzido por cada grupo social: as tradições culturais, os costumes, os valores
dos diferentes grupos, suas trajetórias, suas experiências, seu saber, seus modos
de educação, seu acervo de produções e artefatos culturais.
O acervo cultural da humanidade – Também temos uma produção cultural
que se encontra disponível na literatura, no cinema, na música, na fotografia,
na pintura, na escultura, na poesia, na arquitetura, que faz parte do acervo
cultural da humanidade e que nos diz respeito como sujeitos capazes de
aprender com a arte, com a literatura, com os acervos que estão nos museus.
Ao entendermos o ser humano como um ser histórico e social, devemos considerar que
também os modos de produção por ele criados são, por natureza, sociais e históricos.
Isto implica dizer que nem sempre produzimos do mesmo modo e também as relações
que estabelecemos com essa produção não é sempre a mesma.
Essa teia de relações vai constituindo as crianças enquanto seres
humanos à medida que as próprias crianças também atribuem sentido ao mundo a partir
das interações que estabelecem com a(s) cultura(s) que está(ão) ao seu redor.
É importante conhecermos a variedade cultural para aprendermos
a respeitar as diferenças e, do mesmo modo, sermos respeitados. Podemos achar
diferente, interessante e, até, incompreensível! Mas devemos ter claro que esses são
modos de vida influenciados pela cultura em que estes grupos se inserem.
Como educar crianças e jovens nesse contexto? Trabalhando numa perspectiva de
humanização, de resgate da experiência, de conquista da capacidade de ler o mundo,
de escrever a história coletiva, nos apropriando das diversas formas de produção da
cultura.
A mídia escrita e falada está, cada vez mais, se dirigindo à criança no intuito de vender
mais, pois pesquisas mostram que a propaganda, quando é dirigida diretamente à criança,
atinge mais rapidamente o adulto. A televisão ocupa um enorme espaço na produção
de programas para a criança e atinge, também, um enorme espaço na vida das pessoas
de todas as idades, em todo o território nacional.
a TV está no centro
da sala levando informações, ditando moda, regras, apresentando um modo de vida
que nem sempre (ou quase nunca) é o da vida real.
Na visão de Henry Giroux, um exame da cultura infantil vem mostrar que as identidades
individuais e coletivas das crianças e dos jovens são amplamente moldados, política e
pedagogicamente, na cultura visual dos videogames, televisão, cinema e até mesmo
nos shopping centers e parques de diversão e não apenas nas escolas.
As produções culturais, como a música, o cinema,
o teatro, a literatura e a própria televisão,
têm papel importante na formação do indivíduo.
São produções de cultura, veículos de informação
e de formação do sujeito, meios de transmissão
do conhecimento, da história, das tradições, de
valores, influência cultural das mais valiosas.
É importante que as instituições de Educação Infantil ofereçam meios para que diferentes
tipos de experiências culturais possam acontecer. Os tipos de música ouvidos pelas
crianças em casa, nas comunidades e nos bairros onde vivem devem ser respeitados. É
fundamental conhecer esses tipos de música e, também, proporcionar oportunidades
para que as crianças ouçam outros tipos de músicas.
PARA RELEMBRAR
Vimos nesta unidade a importância da cultura para o trabalho da Educação Infantil.
Destacamos algumas questões importantes:
- A criança pensa o mundo a partir das suas interações com a sociedade. Essa
sociedade oferece uma série de oportunidades para que ela se desenvolva,
conheça, observe, participe. Dessa forma, a criança vai aprendendo a respeito
do mundo que a cerca, vai conhecendo seus valores, sua cultura.
- Os valores sociais são, em última instância, o armazenamento de todas as
coisas que a criança vê, aprende e significa ao longo de sua vida. Coisas que
podem ser oferecidas nas creches, pré-escolas e escolas, mas que a criança
recebe, também, na família e no seu meio social, antes mesmo de entrar para
a instituição de Educação Infantil.
- Pode ser chamado cultura aquilo que está ao redor do homem, tudo o que ele
viu, ouviu, compreendeu ao longo de sua vida, tudo o que ele aprendeu a
conhecer por intermédio da sua relação com outros homens e, em grande
parte, aquilo que o constitui. Enfim, tudo o que diz respeito aos seres humanos
e suas interações, ou seja, a vida em sociedade.
- No conceito de cultura estão implicados os significados que o homem produz
a partir das relações que ele estabelece na sua vida em sociedade. Vygotsky
fala da atividade humana como um ato criador. E a criação se torna possível
principalmente por ser o homem um ser de linguagem, pois a linguagem é
fundamental na constituição da consciência e do próprio homem.
- As crianças, mesmo em diferentes culturas, têm a capacidade de recriar e significar
o mundo ao seu redor a partir do seu poder de imaginação e fantasia, pela
capacidade de criar um mundo a partir do seu próprio modo de ver a realidade.
Por isso, é fundamental ter um olhar para a criança a partir do modo como a ela
própria vê e significa o mundo.
- A cultura de um povo é também representada no patrimônio cultural espalhado
pelas ruas, pelo bairro, pela cidade e que, muitas vezes, não conhecemos, não
damos importância, não sabemos que existe. Resgatar a história desses lugares,
prédios, ruas, costumes, tipos, construções é também produzir cultura. E,
também, a recuperação da memória coletiva proporciona o resgate da autoestima
da própria comunidade.
Os valores sociais são, em última
instância, fruto de todas as experiências da criança: os aprendizados e significados
culturais que a circulam ao longo de sua vida.
O brinquedo e a brincadeira são, então, construções culturais que assumem
características que representam transformações sócio-culturais. Estão interligados
nessa relação com a cultura.
O brinquedo, em especial, é concebido como suporte da brincadeira. Gilles Brougère
(1994), pesquisador francês, ao escrever sobre a relação do brinquedo com a cultura,
entende que o objeto torna-se brinquedo quando assume uma função lúdica, ou seja,
quando a criança reveste esse objeto de um significado que é sempre social. Diante
disso, compreendemos que o brinquedo não é só aquilo que está culturalmente investido
desse estatuto, mas aquilo que a própria criança produz ou investe de sentido lúdico.
Como um adulto significativo nesse processo de interação da
criança com a realidade, o(a) professor(a) da Educação Infantil pode ser alguém que irá
fazer a ponte – ser mediador – ajudando a criança a expressar sentimentos, alegrias,
frustrações e conquistas a partir da relação que a criança estabelece com o brinquedo e
com a brincadeira.
Entendendo a importância da brincadeira e da cultura, as oportunidades de trazer
elementos da cultura para o cotidiano da Educação Infantil, através do brinquedo e da
brincadeira, deve ser uma preocupação constante do profissional que trabalha com a
criança de 0 a 6 anos.
Algumas possibilidades de trabalharmos com essas produções culturais
na Educação Infantil: As histórias em quadrinhos (Os quadrinhos podem ser uma estratégia
para colocar a criança em contato com o mundo letrado; o projeto pedagógico; Organizar um cantinho da leitura; A visita a gibitecas, bibliotecas e bancas de jornal;Trazer para as crianças as histórias em quadrinhos em diferentes suportes: os
jornais, com as famosas tirinhas, ou os gibis como a Turma da Mônica, de
Maurício de Souza; álbuns de figurinhas; A televisão.
Podemos entender então, nessa relação da criança com a TV, que a televisão em si não
é ruim, mas sim o modo como a criança se relaciona com ela. No contexto da creche,
pré-escola ou escola, podemos utilizar a televisão e o vídeo em momentos apropriados
e significativos para as crianças.
PARA RELEMBRAR
- Olhar e perceber o mundo é algo que pode ser aprendido. Aprendemos a
olhar, a perceber, a significar o mundo a partir das mediações.
- Ao olhar para os brinquedos e para as brincadeiras das crianças, podemos
perceber a sua compreensão do mundo. Ou seja, embora normalmente as
crianças brinquem de forma espontânea e natural, a brincadeira sempre
revela a cultura de uma época, os valores que a sustentam, os costumes
que a caracterizam e as manifestações artístico-religiosas de que se revestem.
- A mediação do adulto é uma constante na vida das crianças, seja na escola,
na família ou na comunidade.
- Ao estar atento a todas as possibilidades de brinquedos e brincadeiras, o(a)
professor(a) atua como mediador(a) entre a criança e o mundo que a cerca,
trazendo a cultura e ampliando as possibilidades de a criança significar o
mundo à sua volta.
- Seja o cinema, a televisão, a literatura, a poesia, o teatro, os brinquedos, as
histórias em quadrinhos, o álbum de figurinhas, os jogos digitais, ou qualquer
outra produção cultural para a criança, acreditamos que a relação das
crianças com essas produções necessita da mediação dos adultos.
E, no que diz respeito ao lugar dessa produção cultural no contexto da creche,
pré-escola ou escola, acreditamos que as crianças têm direito ao acesso a
todos os bens culturais e a se expressarem nas diferentes linguagens que
permeiam essas produções.

3 comentários:

  1. NOSSA... POR ACASO ENCONTREI SEU BLOG...
    AMEI D+...
    ESTOU NO 3º PERÍODO DE PEDAGOGIA DO CEDERJ EM ITAOCARA...
    ME CHAMO JOCIENE, TENHO 21 ANOS...
    VC ME AJUDOU MT EM COLEGA...
    RSRS
    BJUS...
    ATÉ...

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  2. PÔ , AMEI O SEU BLOG ELE É TUDO.
    NESSAS APS QUE SÃO TANTOS CONTEÚDO PARA LER, E O CORRE CORRE DO DIA. O SEU BLOG CHEGOU COM TUDO!!!!
    SOU VANUSA, POLO RIO BONITO - 3º PERÍODO
    BJOKAASSSS

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  3. Sou Maria das dores nepomuceno,este blog me ajudou muito ,com os resumos que são tudo de bom.Obrigada pela colaboração.

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